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O que protegia o Titanic



O incomum é que o risco na verdade foi previsto dentro de quase todas as variáveis conhecidas na época, colidir com pedras, outro navio e até bater em um iceberg.


A análise não esperava, porém, um novo caso, na possiblidade do iceberg não acertar o casco em cheio, mas cortá-lo por 6 dos incríveis 15 portões de segurança, e pior, atingindo as caldeiras.


Em último caso contavam com o envio de telegramas de emergência solicitando assistência imediata. Medida que limitava a necessidade de botes salva-vidas nas grandes embarcações. Porém, ninguém chegou a tempo.


Com aprendizados de milhões de acidentes, os seguros hoje, responsáveis também pela assistência 24 horas, garantem rígidez na análise e velocidade no socorro, disponibilizando opções para que nenhuma situação parece inesperada para o segurado. Entre em contato para discutir opções com um corretor!


Nosso conteúdo foi baseado neste vídeo da Vox.com:


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